O que a ANVISA avalia em uma auditoria CBPF?
Para gestores de empresas dos setores de saúde, cosméticos, medicamentos e saneantes, a menção a uma auditoria da ANVISA para o Certificado de Boas Práticas de Fabricação (CBPF) é suficiente para gerar apreensão. O processo é conhecido por seu rigor, e as consequências de uma não conformidade podem ser severas, incluindo multas pesadas, interdição da produção e um dano reputacional de difícil reparação. Compreender a fundo o que os auditores avaliam não é uma mera formalidade – é uma estratégia de negócio para garantir continuidade operacional e acesso ao mercado. Este guia detalha os pontos críticos de inspeção e como uma preparação estratégica pode transformar esse desafio em uma oportunidade de validação da qualidade do seu negócio.
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O Certificado de Boas Práticas de Fabricação (CBPF) é um documento formal emitido pela ANVISA que atesta que um estabelecimento cumpre com todos os requisitos de qualidade e segurança em seus processos produtivos. Diferente do que muitos acreditam, a posse do certificado não é obrigatória para o funcionamento básico da empresa. No entanto, ele funciona como um selo de qualidade que abre portas. Ter o CBPF é praticamente indispensável para participar de licitações, fechar contratos com grandes redes varejistas e, principalmente, para a exportação de produtos. Sua validade é de dois anos para o processo padrão, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União. Para fabricantes estrangeiros que desejam comercializar no Brasil, a obtenção do CBPF é etapa fundamental para a liberação do registro de seus produtos.
A auditoria da ANVISA é holística e abrange todos os departamentos que impactam direta ou indiretamente na qualidade do produto final. Focar em apenas uma área é um erro comum que leva ao indeferimento. Os auditores avaliam, sem exceção:
Ao final da inspeção, a ANVISA emite um relatório com uma das três classificações possíveis, cada uma com implicações diretas para os prazos e a saúde do negócio:
Muitas empresas desconhecem que existem mais de um caminho para obter a certificação, o que pode representar uma economia significativa de tempo e recursos. Para fabricantes de dispositivos médicos das Classes de Risco III e IV, por exemplo, a ANVISA aceita alternativas à inspeção in loco direta:
Relatório MDSAP (Medical Device Single Audit Program): Uma opção estratégica e ágil. Fabricantes que possuem uma auditoria válida do MDSAP – programa reconhecido por agências reguladoras de vários países, incluindo a ANVISA – podem utilizá-la para obter o CBPF. A grande vantagem desta rota é que o certificado pode ser emitido com validade de quatro anos, o dobro da validade do processo convencional, agilizando significativamente a entrada e a manutenção no mercado.
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